A VIDA COMO ELA ESTÁ SENDO
Moramos desde 2025 em um prédio de 14 andares com 48
apartamentos. São apartamentos pequenos, de fácil manutenção e de agradável
convívio com as áreas comuns que oferece. Apenas nós assinamos jornal impresso.
Isso quer dizer que é um prédio habitado por gente mais jovem, que vive em
outra civilização que não a da escrita.
Espero com ansiedade o Jornal do Comércio das sextas feiras, trazendo sempre um caderno especial chamado Viver. Sugestivo e significativo. É sobre artes, opiniões, e a programação cultural para o final de semana. Sobre o viver. Hoje me brindou com a reportagem especial, sobre Ricardo Timm de Souza. Me vi nas descrições dessa intensa vida. Muitos se verão.
No nosso caso, encontramos
na Filosofia, já maduros, um caminho novo depois daqueles percorridos como
professor, escritor, intelectual e, no meu caso, política. A reportagem me pega
ultimando o primeiro dos livros da trilogia que estou escrevendo, que iniciei
na mudança de vida de profissional de vida intensa e dedicada para a vida que segue muito ativa, mas ao meu novo ciclo morando em apartamento e sem vínculos contratuais exigindo horas de trabalho formais. A trilogia já tem título, Fios tecendo Vida.
Neste primeiro dos três livros
escrevo em crônicas a vida como ela é nesse novo cotidiano. No segundo escrevo aos poucos contos, não de fada, mas do imaginário no qual viajo. No terceiro
vou desenhando em palavras, em ensaios, como vejo o meu e nosso presente, de como ele surgiu, e cenários sobre os futuros possíveis, o meu a
partir do aprendizado de toda uma vida tecendo o futuro desejado. Possível.
Então paro no que estou
fazendo, que é finalizando o primeiro livro para entusiasmada sugerir que leiam
o Jornal do Comércio desta sexta feira, 21 de agosto, se quiserem liberar a mente
dos noticiários que trazem tanta sombra e veneno a cada dia e todas as semana.
Bom findi.
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