MÁQUINAS E MENTES NO MUNDO (DES)HUMANIZADO Será que um bot vai gerir seu dinheiro um dia? Empresas de wealth management despencaram hoje na Bolsa americana, entrando para a lista cada vez mais longa de setores atingidos por preocupações com o potencial disruptivo da AI sobre seus negócios. (Luciano Costa, Brazil Journal, fevereiro de 2026) Não há porque temer as máquinas, e sim quem as usa. Máq uinas não são movidas por sentimentos ou intenções. Humanos sim. A mente, que as máquinas não possuem, guia de nossss ações, é a criadora e guardiã de todas as imagens do mundo que temos. As imagens são fruto do funcionamento dos sistemas de que é feito o corpo e de ...
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Mostrando postagens de julho, 2026
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JOIAS QUE A IDADE LAPIDA O que parecia um futuro longínquo ou uma realidade distante, como a japonesa e a europeia, chegou aqui. É o nosso presente real. A partir deste julho de 2026 começa o declínio de população no Rio Grande do Sul. Cada vez mais idosos e menos crianças, essa realidade requer irmos além de mudanças contínuas nas políticas públicas, e ir construindo uma nova cultura para se conquistar uma vida melhor. Menos escolas, mais hospitais, preparar mão-de-obra, aproveitar o potencial de cada um, essa é uma oportunidade que se apresenta com rosto novo. Primeiro as crianças. Na virada do milênio, vi meu sobrinho de fraldas na frente da TV operando o controle remoto até chegar no desenho desejado. Aprendeu por curioso, motivado pelo desejo de ver aquele desenho já presente na memória. Sentindo e experimentando. Cérebro de criança é joia a lapidar. Brincando, ao natural, se aprende a falar, andar, cantar, pintar, em fluxo contínuo. Joia bruta. O cérebro se expande até os 2...
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A COPA NÃO É NOSSA Julho de 2026 Acordo nesta segunda feira cinza, fria e chuvosa, depois da eliminação do Brasil na Copa do Mundo organizada pela FIFA. Volta a ganhar espaço nos noticiários os escândalos que a cada dia vão sendo revelados sobre desmandos dos que deveriam cuidar da justiça dos homens. Os limites da decência foram há muito rompidos nesta crise danada. E a taça não será nossa. Sem surpresas. Desde o 7 a 1 da copa de 2014 realizada no Brasil, em partida que nos encheu de vergonha e tristeza, nada mudou. Não jogamos mais o futebol do país do futebol. Recebemos um prêmio de consolação do Paraguai, que nos vingou nesta copa despachando cedo a Alemanha para casa. Inevitável é associar os escândalos de corrupção dos dias atuais às derrotas que vêm sofrendo nossos geniais jogadores quando usam a camisa da seleção. A história da FIFA, comandada pelo dirigente brasileiro João Havelange, revela muito de como foi escrita a formação da maior entidade privada do ...