OUTUBRO CONTOS 01
2026: O monólito da
Odisseia na Terra
Os nossos são tempos de Palantir (vindo das pedras
negras de O Senhor dos Anéis), a IA dos Technolordes na Terra. Tempos também
dos Spacelordes comandando a Terra cobertas por um escudo de satélites dirigindo
os robôs no solo e fazendo tudo andar num ritmo diferente. Desde que a maçã do
conhecimento foi dada a quem não tinha a menor ideia das consequências de querer
possuir o fogo dos deuses – já que não foi o homem que criou o fogo, e termina
caindo do paraíso da ignorância - não-consciência das coisas no seu estado
natural. Desde então, dotado de consciência que os fazem metade gente metade
divino, o humano tenta lidar com isso: o que fazer de si e de seu conhecimento.
Quando não consegue transcender e saber quem realmente é frente ao criador de
tudo, busca respostas nos deuses que cria. Mas pode ser que chegue a hora que
não os dominem. Guerra outra vez?
Buscando resposta depara-se com o monólito, fechado, com
a realidade de que a moeda tem sempre duas faces, uma iluminada, outra não, e
com misterioso anel que tenta ser possuído para possuir. No Senhor dos Anéis
(Segunda Grande Guerra), no Planeta dos Macacos (1963) e na Odisseia no Espaço
(1968).
Tempos de escrever novvvvvvoos cotos. Onde Upon a Time.
O Senhor dos Anéis (The Lord of the
Rings) é escrito pelo escritor
britânico J. R. R. Tolkien
entre1937 e 1949, durante a Segunda Guerra
Mundial,[1] a saga é uma continuação de O Hobbit (1937). A obra
foi originalmente publicada em três volumes entre 1954 e 1955, traduzida para
mais de 40 línguas, vendendo mais de 160 milhões de cópias,[2] tornando-se um dos trabalhos mais
populares da literatura do século XX. O "Um Anel" é o elemento
central da saga. No anel, em inscrições no alfabeto Tengwar com versos na
língua proibida de Mordor, pode-se ler: "Um Anel que a todos rege, Um Anel
para achá-los, Um Anel que a todos traz, para na escuridão atá-los" se
apresenta no início do livro. Na saga, os vilões se autodestroem pelo próprio
porte do anel.
Planeta dos Macacos é uma franquia de mídia americana que consiste em filmes, livros, séries
de televisão sobre um mundo onde seres humanos e macacos inteligentes se
confrontam. A saga teve início com o romance La planète des
singes, do francês Pierre Boulle, em 1963, narrativa após observar "expressões
humanizadas" de gorilas
no zoológico que o levaram a contemplar as relações entre homens e primatas, e
influenciado pelos enredos dos séculos XVIII e XIX, especialmente As Viagens de
Gulliver de Jonathan Swift.
O enredo gira em torno do colapso da raça humana pela tecnologia excessiva,
Boulle preferindo o termo "fantasia social" como autor do gênero. A
mensagem central da trama é de que a inteligência humana, que havia dominado o
planeta antes, não é definitiva e poderia retroceder.
A Aurora do Homem:2001 – Uma Odisseia no
Espaço. (1968, de Kubrick e Clark). Uma tribo de hominídeos
está procurando por comida no africano. Um leopardo
mata um dos membros, e uma outra tribo de homens-macacos os afugenta de um poço
de água. Derrotados, eles dormem em uma pequena cratera de pedra exposta,
acordando para encontrar um monólito preto que apareceu na frente deles. Eles
se aproximam grunhindo e pulando, eventualmente o tocando com cuidado. Pouco
tempo depois, um dos macacos percebe que ele pode usar um osso tanto como uma
ferramenta quanto como uma arma, o macaco usa para matar uma presa para comê-la.
Mais tarde eles conseguem o controle do poço de água ao matarem o líder da
outra tribo utilizando-se para tal feito do osso-arma.
Comentários
Postar um comentário