FROM NASHVILLE, WITH LOVE

 

Falar de Nashville é falar de aventuras e vivências plenas de amor. Não um filme de James Bond, mas a minha história real. De tudo posso falar sobre do que vivi naqueles anos 1960 - a magia daquela década que foi um pouco como os Anos Loucos da década de 1920, após a I Grande Guerra e artes da II. Explodiam nos Anos Loucos novas formas de artes, convivendo com a produção em série dos produtos da Revolução Industrial, a realidade das vivências vindas das liberdades. Liberdade de ir-e-vir , liberdade de ser, liberdade para fazer. 

Já na década dos 1960 aconteciam os festivais de música, os movimentos contra a Guerra do Vietnan, os assassinatos de líderes como Martim Luther King e JFK, o Homem na Lua,  a revolta dos estudantes em Paris chegando até nossas cidades, a contracultura do movimento hippie, a guerrilha do continente, o tri da Copa do Mundo, as televisões ganhando cores. O mundo era um caldeirão fervente. 

Lembro aqui de cinema com suas músicas icônicas como From Russia with Love, que me faz dar o título a esta crônica. O sucesso dos filmes de James Bond com aventuras, beleza e arte, carrões, jatinhos, passando por cidades de todo o mundo com seus mistérios, e sempre o top da tecnologia a serviço de crimes, espionagem, e heróis salvadores do mundo. Continua assim nas tantas séries dos streamings da vida.

From Russia with Love (Moscou contra 007), filme de 1963, o segundo da série 007 com Sean Connery no papel do agente secreto James Bond. Baseado no romance de 1957 de Ian Fleming. James Bond é enviado à Turquia para trazer à Inglaterra uma secretária da embaixada da URSS em troca de uma máquina descodificadora Lektor, um ato de vingança da SPECTRE pela morte de Dr. No , para obter a decodificadora.

Nunca será demais dizer sobre os anos 1960. Nashville, a terra da Country Music, é a cidade onde estudei e morei em 1969, vinda de São Paulo e de Boulder, e foi a cidade onde me casei em 1970. De Nashville, com amor, aqui vão memórias que as fotos traduzem. Éramos felizes, e sabíamos.


 

 


 


 

Comentários

  1. Lá vem Yeda nos levar por mais uma de suas singulares viagens pela memória! Desta vez, por uma época de tantas mudanças, descobertas, aventuras e sonhos, que também nos remete à magia do cinema. Os anos 1960 foram, de fato, tempos de efervescência e de novas liberdades: liberdade de ir e vir, de ser, de fazer e de descobrir o mundo.
    Nashville surge não apenas como cenário, mas como parte de uma história de vida, de amor e de felicidade, vivida em um tempo de horizontes mais amplos e de tantas possibilidades. Entre as lembranças, as imagens e as emoções despertadas pelo cinema, é interessante perceber como certas histórias permanecem tão vivas e como a música e os lugares nos devolvem sentimentos que o tempo não apaga.
    Uma viagem que nos faz entrar novamente naquele filme da vida, em que a liberdade era também poder escolher os próprios caminhos e a felicidade não precisava de roteiro. E que bom que algumas cenas nunca saem de cartaz!

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